Enconro em Curitiba – 27/10/18

Este relato foi feito pelos colegas Thiago Hilger, Maria Thereza Moss, Raquel Paschoal Lopes e Carlos Roberto de Carvalho Jr, presentes no barcamp de outubro, no Paço da Liberdade, aqui em Curitiba:

Thiago Hilger:

Nos reunimos no sábado 27 de outubro para o Barcamp dos Tradutores e Intérpretes, em Curitiba, no Paço da Liberdade. O tema principal foi a mentoria compartilhada, ideia que a Sheila Gomes trouxe de uma experiência própria, realizada com pessoas do grupo Tradução das Minas. A mentoria compartilhada funcionaria de forma parecida a um grupo de mastermind, com cerca de cinco pessoas se reunindo durante uma hora e meia online e conversando e trocando ideias sobre suas questões profissionais, para o aprimoramento de todos. No Barcamp, fizemos uma simulação, pois estávamos em oito pessoas. Quatro delas compartilharam suas questões, como a procrastinação, a falta de rotina que atrapalha o trabalho, o afastamento dos grupos profissionais e uma tentativa de retomar uma aproximação, entre outros. Depois, os outros participantes puderam dar sugestões e opiniões a respeito das questões dos colegas, no intuito de ajudar a encontrar soluções e compartilhar conhecimentos.

Maria Thereza Moss:

Sábado, dia 27/10, tivemos nosso Barcamp em Curitiba, no Paço da Liberdade. A Sheila falou brevemente sobre os desafios do programa de mentoria do Coletivo Identidade e apresentou o conceito da mentoria em grupo. Fizemos uma simulação desse conceito, em que um grupo de pessoas se reuniria para discutir, idealmente, um tema definido por encontro, mas podendo levantar novos temas de acordo com a necessidade dos mentorados. Na nossa simulação, Sheila, Gisele e Carlos compartilharam seus desafios atuais de carreira.

Raquel Paschoal Lopes:

Minha ideia geral foi que o barcamp está passando por um processo de reestruturação e de pensar em novos caminhos ou práticas. Pessoalmente acho que esses encontros são sempre construtivos pois compartilhar conhecimentos é sempre bom. Os tópicos que anotei foram:

Carlos Roberto de Carvalho Jr:

O Barcamp de outubro ofereceu uma oportunidade de se ver o que acontece em uma mentoria coletiva. Algumas pessoas se dispuseram a apresentar situações envolvendo o trabalho de tradução com o intuito de uma discussão em grupo até para se identificar possíveis ideias e/ou soluções. Ao se pensar em um grupo maior, percebe-se o quanto essa prática pode ter efeitos positivos, a começar pela identificação das questões que podem ser inquietantes. Foi possível também ter ideias sobre o futuro dos barcamps e o que pode ser feito tanto no final desse ano como em 2019. Tudo isso apenas reforça o encontro mensal como uma forma de troca de ideias e experiências que enriquece a todos que participam.

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