Encontro em Curitiba – 24/03/2018

O terceiro barcamp do ano em Curitiba foi no dia 24, no SESC Paço da Liberdade. Obrigada aos colegas que compareceram!

Mais uma vez usamos a Tecnologia do espaço aberto (TEA, ou OST em inglês, de Open Space Technology), uma abordagem para situações nas quais um grupo diverso de pessoas deve lidar com questões complexas de forma produtiva. Neste relato, apresentamos parte da discussão feita no dia.

Estes foram os temas propostos para discussão:

Conseguimos discutir dois deles e os outros serão discutidos no grupo do Facebook ou em encontros posteriores.

  • Como iniciar na carreira
  • Expectativas em relação aos barcamps e sugestões de melhorias
  • Síndrome do impostor
  • Agências de tradução no Brasil
  • Vantagens de se associar a uma entidade de classe
  • CAT Tool – OmegaT

Antes da discussão dos temas propostos, integrantes da organização do BRCamp 2018 apresentaram ao grupo um breve resumo do que aconteceu no evento, realizado nos dias 10 e 11 de março em Curitiba.

Depois passamos ao primeira tema, conversando sobre como dar os primeiros passos na carreira de tradutor.  A discussão incluiu aspectos como:

  • a necessidade de conhecer muito bem tanto o idioma de partida quanto o de chegada;
  • caminhos para definir a especialização a seguir (formação em outra área, oportunidade, gosto pessoal);
  • mercado de trabalho sem fronteiras, com possibilidade de prestar serviços a empresas e agências não apenas do Brasil, mas do mundo inteiro;
  • estudo e formação contínuos e cuidados com a idoneidade de cursos oferecidos no mercado.

Dois recursos citados na conversa:

Após uma pausa para o café, voltamos para conversar sobre o segundo tema, avaliando as expectativas sobre o formato dos barcamps. Alguns participantes mencionaram que gostam da dinâmica atual dos encontros, pois ela dá a oportunidade de discutir assuntos relevantes, mas, por outro lado, muitos temas interessantes propostos acabam não sendo abordados, ao passo que outros se repetem bastante, trazendo certa frustração a quem participa com frequência. Todos os presentes concordaram que uma divulgação antecipada da agenda seria interessante, e o consenso geral foi o de que o ideal seria uma estrutura modular, com um período reservado a atividades programadas e outro às discussões seguindo a metodologia TEA. Foram feitas, ainda, algumas sugestões de mudanças que poderiam ser incorporadas aos próximos barcamps, como miniapresentações e a rotação dos assuntos discutidos. Essa discussão continuará no barcamp de abril, portanto, se você tem alguma ideia que gostaria de ver posta em prática, não deixe de participar!

 

Agradecemos a todos os que compareceram e enriqueceram nossa conversa. Quem quiser contribuir com este relato pode deixar comentários ou pedir para acrescentar seu depoimento. Até abril! 

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